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A origem da lavanda é associada as paisagens mediterrâneas. Existem registros de que Gregos e Romanos já usavam óleos da planta. A Lavanda é um arbusto perene com flores roxas na forma de um espigão.

Elas são extremamente vistosas e seu perfume é inconfundível, o que faz dela uma planta ornamental por excelência. Mas também é reconhecida por seus inúmeros benefícios e propriedades, tanto medicinais como na indústria de cosméticos.

Dois campos de lavanda bem conhecidos e bastante visitados nas proximidades de Londres são o Mayfield Lavender e o Hitchin Lavender, este que aparece nas fotos.

No Hitchin Lavender também são cultivados girassóis, infelizmente no dia que fomos visitá-los ainda não estavam floridos. A floração dos girassóis acontece em setembro.
A visitação nos campos de lavanda geralmente começa em 01 de junho e se encerra em 31 de agosto.

No próximo verão se organize e não perca este excelente programa de verão.
Mayfilde Lavander e Hitchin Lavander são os mais conhecidos, no entanto existem outros campos de lavanda que você pode conhecer por aqui.
Segue uma lista com sete deles pra você escolher qual visitar.
Cotswold Lavender – Cotswold Hills www.cotswoldlavender.co.uk
Somerset Lavender – near Bath – www.somersetlavender.com
Mayfield Lavander – North Surrey Hills – www.mayfieldlavender.com
Hitchin Lavender – Hertfordshire – www.hitchinlavender.com
Norfolk Lavender – Norfolk – www.norfolk-lavender.co.uk
Kentish Lavender – Kent – www.hopshop.co.uk
Yorkshire Lavender – York – www.yorkshirelavender.com
Veja aqui 10 lugares imperdíveis para visitar em Londres.
Aqui temos dicas especiais sobre o clima e a melhor época para visitar Londres.
Conheça os nossos serviços de passeio guiado e transfer em Londres.
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Quem vem a Londres não pode deixar de conhecer o Castelo de Windsor e arredores. Uma experiência incrível a apenas uma hora de carro de Londres.
Nossa experiência foi assim: saímos de Londres numa manhã ensolarada e céu azul. Por aqui estamos nos despedindo do verão. Fomos na direção oeste, onde fica o Condado de Berkshire, onde está localizada a cidade de Windsor e o Castelo homônimo. O Castelo de Windsor é o maior e mais antigo do mundo continuamente habitado.
Explorar a região, a beleza da cidade e os seus pontos turísticos e históricos é um passeio maravilhoso. Claro que a primeira parada foi a atração principal, o Castelo de Windsor.

A aparência atual do Castelo de Windsor é resultado de quase mil anos de evolução, embora quatro monarcas em particular tenham deixado suas marcas mais evidentes. William I, the Conqueror, fundou o castelo e estabeleceu seu entorno e extensão (1086). Edward III (r.1327-77), o reconstruiu em um magnifico estilo gótico e situou os aposentos reais na Parte Alta. Charles II (r.1660-85), transformou a Parte Alta do castelo medieval em um palácio barroco. Por fim, George IV (r.1820-30) restaurou completamente o exterior do palácio e criou um interior suntuoso e ricamente mobiliado.

Chegamos na cidade pela parte norte, que fica atrás do castelo. Vale saber que ali está situada a estação de trem, Windsor & Eton Riversade. Deixando a estação pra trás e seguindo pela esquerda, a imponência das torres do castelo já se fazem presente. Seguimos contornando o castelo, em direção a parte alta da cidade e a sua entrada.
O ideal é comprar os tickets de entrada on-line pra não perder tempo na fila. Como fomos durante a semana, numa terça-feira, e sabíamos que no fim do verão o fluxo de turistas cai um pouco, deixamos pra comprar o ingresso na hora. Tivemos sorte, foi tudo bem rápido, não tinha quase ninguém na fila.
Aqui também tem a cerimônia da troca da guarda, que acontece às 11h e dá pra chegar bem pertinho dos guardas reais.

Para saber se a rainha está pelo castelo, basta olhar para a Torre Redonda, que é a Torre central do castelo e ver qual bandeira está hasteada. Bandeira do Reino Unido, significa que a Rainha não está no castelo. Bandeira com o Estandarte Real: sim, a Rainha está no castelo.
No nosso caso a rainha não estava… Não pudemos tomar um chá com ela…

Levamos aproximadamente três horas, para explorar o interior do castelo. Com o áudio guia em mãos, seguimos em direção ao Terraço Norte que nos proporciona uma visão panorâmica da cidade de Windsor. Este é o caminho para a entrada dos States Apartments. Lá dentro seguimos a rota histórica e fomos aprendendo e nos encantando com os detalhes e as histórias.

Seguimos nosso tour visitando a Casa de Bonecas da Rainha Mary. A famosa casa de bonecas, construída em 1924, nunca foi concebida como um brinquedo infantil. Foi construída como uma réplica exata de uma casa aristocrática de Londres da época.
A ultima atração foi a St’ Georges Chapel (Capela de São Jorge), que fica na parte baixa do castelo. A obra da capela atual começou no reinado de Edward IV em 1475, e foi terminada do reinado de Henry VIII em 1528.
A capela foi o local do casamento real entre o príncipe Harry e Meghan Markle (2018). É também o lugar de descanso final de muitos monarcas, incluindo Henry VIII e sua terceira esposa Jane Seymour, a única que lhe deu um herdeiro homem.
A arquitetura gótica é particularmente impressionante, especialmente o telhado. Também podemos apreciar exemplos notáveis de carpintaria e trabalho em ferro que datam tempos medievais.

Depois de três horas explorando o interior do castelo, fomos procurar um lugar pra almoçar.
Ficamos em dúvida entre os restaurantes localizados no interior do Windsor Royal Shopping, uma antiga estação de trem Victoriana e um pub tradicional.

Fizemos assim, escolhemos um restaurante italiano no Windsor Royal Shopping, assim já aproveitamos pra usufruir do espaço maravilhoso e cheio de detalhes. Imagine quantas pessoas já circularam por aqueles corredores ao longo dos séculos.
Depois fomos no The Two Brewers pub para beber uma legítima pint inglesa. E claro, sentar e curtir o local sem pressa. Afinal nós gostamos mesmo é de sentir e vivenciar ao máximo os lugares que visitamos.

O The Two Brewers fica bem no final da Park Street, rua que vai terminar no Cambridge Gate que da acesso ao The Long Walk, um longo caminho que liga o Palácio de Windsor ao Windsor Great Park.

O Windsor Great Park é um passeio a parte, sua história remonta os tempos que a floresta de Windsor era usada como espaço de caça real. Hoje o que sobreviveu dessa floresta é um parque. É um privilegiado espaço de lazer para os moradores e visitantes.
Na nossa visita, pulamos esta atração e optamos por conhecer a cidade de Eton que faz divisa com Windsor. É bem pertinho do Castelo e dá pra ir caminhando.
O rio Tâmisa é o limite natural entre Windsor e Eton, a ponte que liga as duas cidades foi construída em 1824. É feita de aço e granito e é formada por três arcos. Não custa lembrar que a primeira ponte construída no local remonta ao século XII. Sim, aqui tudo tem muita história…

Vamos conhecer um pouquinho desta cidade de ruas calmas e coloridas. O Eton College é um colégio para meninos, um dos mais prestigiados e tradicionais da Inglaterra. Ele é bem antigo, foi fundado em 1440 por Henry VI. Nos bancos do Eton College estudaram muitas pessoas famosas e também grande parte da realeza. Só pra ficar em alguns nomes mais atuais, Boris Johnson, David Cameron, Príncipe Willian e atores, como Christopher Lee e Damian Lewis.
Atualmente os estudantes dominam as ruas da pequena cidade, sempre com algum uniforme que os identifica como estudantes do Eton College. Não é difícil imaginar que um desses meninos que estamos encontrando pela rua hoje, num futuro próximo, será um cientista famoso ou mesmo o Primeiro Ministro Britânico.

Depois de caminhar algum tempo, voltamos a Windsor. Assim, terminamos nosso dia caminhando e aproveitando as ruas coloridas e descontraídas dessa pequena cidade.

Valeu cada segundo. Venha conhecer!!
Veja outras dicas turísticas em Londres, aqui.
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]]>O post 10 curiosidades sobre o Palácio de Kensington, Londres. apareceu primeiro em Uma ponte para Londres.
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Está vindo pra Londres, gosta de história ou é uma pessoa curiosa? Então, anota aí 10 curiosidades sobre o Palácio de Kensington, Londres.
1- O Palácio de Kensington, cujos primeiros residentes reais foram o Rei William III e a Rainha Mary II, foi construído em 1605 por Sir George Coppin e era conhecido como casa de Nottingham. Transformou-se em uma residência real em 1689 quando William e Mary o compraram.
2 – O Palácio de Kensington foi o centro da corte real Georgiana no século XVIII. King George II não se dava bem com seu filho, o príncipe Frederico, a um ponto de tê-lo banido de Kensington. Quando Frederick morreu (1751) depois de ser atingido no peito por uma bola de críquete, a notícia foi entregue ao Rei enquanto ele jogava cartas. Sabe qual foi a resposta de George à morte do filho? “Muito bom”
3 – Muitos dos acontecimentos importantes da vida da Rainha Victória aconteceram em Kensington. Não só a rainha nasceu no palácio (1819), foi proclamada rainha (1837) como também foi ali que ela conheceu o príncipe Albert. Uma das maiores histórias de amor da monarquia inglesa que resultou em 9 filhos.

4 – Outra rainha que viveu no Palácio de Kensington foi a Rainha Anne (1702 a 1714). Sua história é uma história triste, pois, embora ela tivesse dezessete gestações, nenhum de seus filhos sobreviveu à idade adulta.
5 – Kensington Palace foi a casa da princesa Diana depois que ela se casou com o Príncipe Charles e quando ela mais tarde se separou dele. Foi onde ela criou seus dois filhos William e Harry. É também a partir do KP que ela deu a famosa entrevista de separação para Martin Bashir. Também foi de onde ela planejou o leilão de Nova York de seus vestidos, apenas 3 meses antes de morrer.

6- A escadaria do “Kings Apartments” é uma das jóias do palácio. As paredes e o teto são cobertos com afrescos pintados por William Kent. Famoso por ser o primeiros designer inglês a considerar a decoração do interior dos palácios como um todo.

7 – A Princesa Margaret (irmã da Rainha Elizabeth II) morou em KP e ali realizou algumas das festas mais deslumbrantes de Londres com seu marido e fotógrafo Anthony Armstrong Jones na década de 1960, com convidados, incluindo Peter Sellers, Britt Eckland, Spike Millegan, Rudolph Nureyev, Margot Fonteyn, Elizabeth Taylor e ninguém menos que os Beatles!
8 – Enquanto metade do palácio é dividido em apartamentos para os membros da família real, a outra metade está aberta ao público como uma atração turística. O palácio está aberto aos visitantes de março a outubro e novamente de novembro a fevereiro. Há exibições maravilhosas dentro do Palácio de todas as eras de sua história.
9 – Sua Majestade, a Rainha, deu um apartamento o 1A para o Príncipe William e a Duquesa de Cambridge Kate Middleton como um presente de casamento, o casal já teve como hóspedes Barak e Michelle Obama.
10 – Infelizmente, Kensington nem sempre foi um lugar feliz para seus residentes reais femininos. A rainha Mary morreu ali com varíola (1694), a Rainha Anne engravidou dezessete vezes enquanto vivia no palácio, mas nunca foi capaz de produzir um herdeiro do trono que atingiu a idade adulta. A rainha Caroline também morreu após a sua oitava gravidez. Além disso, princesas Margaret e Diana foram bastante infelizes durante seu tempo no palácio.
Este ano esta rolando uma exposição especial sobre a vida da Rainha Victoria, no Kensington Palace por causa dos 200 anos de aniversário de seu nascimento.
Quer conhecer um pouco mais ou comprar ingressos clique aqui!
Quer saber mais sobre os pontos turísticos de Londres? Clique Aqui!.
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Adoramos comer bem. Fazemos questão de aproveitar que moramos em uma cidade multicultural como Londres para sempre experimentar comidas diferentes, novos sabores. Mas não queremos, e não podemos deixar de prestigiar a culinária anfitriã. Por isso domingo é dia de Sunday Roast!
Alguns dizem que a Inglaterra não tem uma identidade culinária marcante. Fish & chips é sempre lembrado como prato típico que o turista deve experimentar. Mas não é apenas de fish & chips que vive a cozinha inglesa.
O amor do inglês por carne é uma história antiga, a carne assada (roast beef) ganhou destaque durante o reinado do rei Henrique VII. A partir de 1485, os guardas reais podiam comer carne todo domingo depois da igreja. Isso rendeu a eles o apelido de “beefeater”. Deve ser por isso também que os franceses chamam os ingleses de “Rosbifs” (carne assada) até hoje. Essa tradição logo se espalhou pela população em geral, que passou a usar padarias locais para assar grandes pedaços de carne que seriam comidos durante a semana.

Seguindo a tradição, como hoje é domingo fomos comer o tradicional Sunday Roast, ou o assado de domingo, em uma tradução literal. A carne pode variar, porco, cordeiro, frango e até versões vegetarianas, atualmente. Mas claro, que se você quiser manter a tradição e fazer como os ingleses faziam no século XV, um bom assado de carne bovina é sempre a melhor escolha.
Para acompanhar a carne assada, batata também assada, claro, vegetais e o yorkshire pudding. A batata ganhou espaço no prato lá pelos idos do século XVIII. Foi trazida da América pelos espanhóis. Os vegetais ajudam a colorir o prato, um dos mais populares e tradicionais é a cenoura. Lá estava ela no nosso prato, acompanhada pelo brócolis e pela couve.
O yorkshire pudding nem sempre esteve lá. Já foi servido antes do assado, porém hoje faz parte do prato e, pode-se dizer, que dos componentes do prato é o inglês legítimo. Originário da região de York no norte da Inglaterra o pudding, que cá entre nós não é bem um pudim, parece bem mais com um pãozinho leve e cheio de ar. Ele é feito basicamente de farinha, ovos, leite e água. Essa massa é levada ao forno em uma assadeira com uma porção generosa de óleo no fundo. Ele cresce e fica com essa aparência dourada e deliciosa. Para dar mais sabor a todos esses ingredientes, o toque final que é molho (gravy).

Hoje em dia qualquer plebeu pode comer Sunday roast. Por toda Inglaterra o prato é servido em pubs.
Hoje nós fomos no The Mall Tavern, que fica bem pertinho da Estação de metrô de Notting Hill Gate. Na nossa opinião é um dos melhores, por isso sempre voltamos nele, de preferência em grupo. Como manda a tradição inglesa, almoço de domingo deve ser um momento para confraternizar com a família ou com os amigos depois de uma semana de trabalho.

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]]>O post 12 curiosidades sobre o Metrô de Londres apareceu primeiro em Uma ponte para Londres.
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Hoje vamos apresentar 12 curiosidades sobre o Metrô de Londres. O metrô, ou “the tube” como é mais comumente chamado pelos londrinos, é geralmente a maneira mais rápida de circular pela cidade.
O metrô de Londres tem suas origens na Ferrovia Metropolitana, a primeira ferrovia subterrânea de passageiros do mundo. Inaugurada em 1863, a primeira linha elétrica foi inaugurada em 1890, fazendo dele o primeiro sistema de metrô do mundo. É também o terceiro mais longo, com 402 km e atende mais de 1.2 bilhões de usuários a cada ano.
Com mais de 150 anos de história muitos são os fatos interessantes que podem ser contados, aqui selecionamos 12 curiosidades para você saber um pouco mais sobre esse eficiente, rápido e moderno sistema de transporte Inglês.

A linha Metropolitan Line, conectando Paddington a Farrington foi a primeira linha de trem subterrâneo de passageiros do mundo, começou a funcionar em 9 de janeiro de 1863. É considerada a origem do sistema de metrô de Londres. Hoje parte desse trajeto é feito também pela linha Hammersmith & City Line.
A logo marca do metrô de Londres tem uma barra azul sobreposta a um círculo vermelho, foi criado pelo designer Edward Johnston em 1913.

Atualmente são 11 linhas abrangendo a Grande Londres:

A cada ano, cerca de 1,3 bilhão de viagens são feitas no metrô de Londres. A estação mais movimentada do sistema é Waterloo, Jubilee Line, com cerca de 100 milhões de passageiros por ano, a menos utilizada é Roding Valley na Central Line com cerca de 260 mil passageiros por ano.
O metrô de Londres tem um total de 270 estações. A distância mais longa entre estações é de aproximadamente 9.5 km entre Chesham e Chalfont & Latimer, Metropolitan Line.
A menor distância fica entre Leicester Square e Covent Garden, 0.26km, na Piccadilly Line (como Covent Garden costuma ser muito movimentada, é melhor sair na estação de Leicester Square e ir caminhando)

A estação subterrânea mais profunda é Hampstead, na Northern Line, localizada a cerca de 58,5 metros abaixo do nível da rua. Há um elevador, é claro, e também uma escada em espiral com mais de 320 degraus, em caso de uma emergência (ou se você quiser fazer exercício).
A escada rolante mais longa está localizada na estação de Angel, possui 60 metros (197 degraus), Northern Line.
É estimado que 500 mil ratos circulam pelos túneis e estações do metrô de Londres, mas eles não são as únicas pragas que vivem por lá, existe uma espécie de mosquito – Culex pipiens molestus – conhecida por ser um pouco mais voraz que seus primos que vivem na superfície.

Toda a rede do metrô de Londres possui aproximadamente 400 km de extensão, empregando mais de 4.100 trens e ligando 270 estações. Mas apenas cerca de 45% são subterrâneos.
Em 1969, em comemoração para inauguração da Victoria Line, a rainha Elizabeth II dirigiu um trem da estação de Green Park até Oxford Circus. Foi seu segundo passeio em um trem do metrô de Londres, o primeiro foi quando ela tinha 13 anos. Porém, não foi sua última incursão pelo metrô de Londres, em 1977 ela novamente foi responsável pela inauguração da extensão de um trecho da linha Piccadilly Line.
Jerry Springer nasceu na Estação de Highgate, na Northern Line, em 13 de fevereiro de 1944, quando sua mãe procurou abrigo durante uma incursão da Luftwaffe durante a Segunda Guerra Mundial.
O icônico mapa do metrô de Londres, que na verdade não é de todo uma representação topográfica ou geográfica real, foi projetado em 1933 por Harry Beck, um engenheiro que trabalhava nos escritórios do metrô de Londres, foi inspirado por placas de circuito eletrônico. Mas o departamento rejeitou a proposta inicial, alegando que era radical demais, e Beck recebeu uma quantia insignificante, menos de £10 o equivalente a £600 hoje, pelo seu trabalho. Dois anos e algumas modificações depois, no entanto, o metrô adotou o mapa e o utiliza desde então.

Quer saber mais sobre o metro? Veja aqui e aqui
Veja aqui como se deslocar em Londres.
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]]>O post 10 dicas de como usar o metrô de Londres apareceu primeiro em Uma ponte para Londres.
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1 – Evite viajar durante as horas de pico que são: nos dias úteis, das 7h às 9h AM e entre 17h30min e 19h PM.
2 – Verifique o nome na frente do trem para ir na direção correta.
3 – Fique à direita ao usar escadas rolantes, deixe a esquerda livre para as pessoas que estão com pressa! Você vai perceber que o londrino está sempre atrasado ou pelo menos é o que parece.
4 – Respeite a ordem: espere que os passageiros saiam do trem (vagão) antes, para só depois você entrar.
5 – Mova-se para o interior dos vagões do metrô enquanto viaja, para que você não bloqueie as portas para outros passageiros que vão entrar.
6 – Fique atrás da linha amarela enquanto espera pelo trem na plataforma.
7 – Seja educado e ofereça seu lugar a qualquer pessoa que seja idosa, grávida ou esteja viajando com crianças pequenas.
8 – Segure-se bem se você estiver em pé durante sua jornada.
9 – Mind the Gap! Essa é uma das frases mais famosos do metrô de Londres. Cuidado com o vão entre o trem e a plataforma. Os avisos no auto-falante da estação estão sempre te lembrando para você ter cuidado!

10 – Aprecie a diversidade de rostos, o colorido e ainda as línguas faladas nas estações de metrô e nos trens de Londres. Sem dúvida, cada viagem neles é uma experiência única.
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]]>O post Conheça os feriados em Londres apareceu primeiro em Uma ponte para Londres.
]]>Antes de finalizar seu itinerário em Londres, certifique-se de que feriados e horários de funcionamento especiais não coincidam com seus planos. Além dos feriados regulares, a manutenção da rede de transportes geralmente resulta em interrupções nas viagens de fim de semana e os locais de varejo provavelmente abrirão por um período limitado aos domingos. Para obter informações sobre os horários de abertura específicos dos principais museus, atrações e pontos turísticos de Londres, é sempre melhor consultar os sites oficiais.
FERIADOS PÚBLICOS EM LONDRES
Os feriados no Reino Unido são conhecidos como Bank holidays. Estes são dias em que os bancos estão fechados, a maioria dos londrinos tira o dia de folga e as crianças estão fora da escola. Felizmente para os visitantes, a grande maioria das atrações de Londres permanece aberta nos feriados, com exceção do Natal, do Boxing Day (26 de dezembro) e do Ano Novo.
Bank holidays na Inglaterra
| 1º Janeiro | New Year’s Day |
| 19 Abril | Good Friday |
| 22 Abril | Easter Monday |
| 6 Maio | Early May bank holiday |
| 27 Maio | Spring bank holiday |
| 26 Agosto | Summer bank holiday |
| 25 Dezembro | Christmas Day |
| 26 Dezembro | Boxing Day |
Domingos em Londres
A maioria das lojas de varejo opera em horário limitado aos domingos em Londres e em todo o Reino Unido. Elas não abrem antes do meio-dia e fecham entre 16h e 18h. Isso inclui lojas de rua, shoppings e supermercados. Alguns restaurantes também abrem mais tarde e a maioria dos bancos está fechado aos domingos. No entanto, a maioria das atrações, museus e locais históricos de Londres permanecem abertos o dia todo no domingo.
Finais de semana em Londres
Nos finais de semana, os responsáveis pelo transporte de Londres realizam manutenção e reparos vitais em toda a vasta rede de transporte da cidade. Como resultado, algumas estações e linhas subterrâneas podem ser fechadas e substituídas por serviços de ônibus. Para obter informações atualizadas sobre o fechamento de finais de semana, consulte o site oficial do Transport for London: http://www.tfl.gov.uk.
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]]>O post Conheça os 5 principais aeroportos de Londres apareceu primeiro em Uma ponte para Londres.
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Londres tem cinco principais aeroportos: London City, London Gatwick, London Heathrow, London Luton e London Stansted.
London Heathrow airport
Localizado a 32km (20 milhas) a oeste do centro de Londres, o aeroporto de Londres Heathrow (LHR) é um dos aeroportos mais movimentados do mundo.
Você pode viajar entre o aeroporto de Heathrow e o centro de Londres de trem no Heathrow Express, a linha Piccadilly no metrô, o ônibus noturno N9 e com os ônibus da National Express e Easybus.

London Gatwick airport
O Londres Gatwick (LGW) está localizado no sul de Londres e é o aeroporto de pista única mais eficiente do mundo, servindo 200 destinos em 90 países para 35 milhões clientes por ano.

Você pode viajar entre o aeroporto de Gatwick e o centro de Londres de trem no Gatwick Express, Thameslink e Souther, e com os ônibus da National Express.
London Luton airport
O aeroporto de Londres Luton (LTN) é um dos maiores aeroportos do Reino Unido, transportando 9,7 milhões passageiros em 2013. O aeroporto é uma base importante para as cias. aéreas de baixo custo e está localizado a apenas 56Km (35 milhas) a noroeste do centro de Londres.

Existem serviços de trem frequentes para Londres a partir de Luton aeroporto com a East Midlands Trains e Thameslink, bem como serviços de ônibus com a National Express.
London Stansted airport
Londres Stansted (STN) é o terceiro aeroporto mais movimentado do Reino Unido e um dos aeroportos que mais crescem na Europa.

O aeroporto está localizado a 64km (40 milhas) a nordeste de Londres. É o lar de muitas das companhias aéreas de baixo custo do Reino Unido, que servem principalmente aos destinos europeus e mediterrânicos.
Você pode viajar entre o aeroporto de Stansted e o centro de Londres de trem no Stansted Express, e com os ônibus da National Express.
London City airport

London City Airport é o aeroporto mais próximo do centro de Londres.
O aeroporto da cidade de Londres (LCY) é um dos aeroportos mais fáceis e mais acessíveis em Londres, devido à sua localização apenas 9,5 km (6 milhas) a leste do centro de Londres e 4.8 km (3 milhas) de Canary Wharf.
Se você chegar por algum desses aeroportos terá inúmeras opções de transporte, especialmente nosso serviço de black cab! O táxi tem espaço para malas e motorista que conhece a cidade toda! Fale conosco e peça um orçamento.
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]]>O post 5 dicas especiais para aproveitar a cidade apareceu primeiro em Uma ponte para Londres.
]]>A cidade de Londres é enorme. Com milhões de pessoas, esquilos e raposas, a cidade e a área metropolitana são gigantescas, para dizer o mínimo! Parece besteira, mas a dica número um é esta: se você só tiver alguns poucos dias na cidade, tente ficar na área que deseja explorar (ou ao menos perto dela). Isso vai poupar muito tempo viajando pela cidade todos os dias, já que o tempo gasto com o transporte é crucial.

2. Faça um cartão Oyster!
Um cartão Oyster lhe poupará tempo e dinheiro quando se trata daqueles custos relacionados a viagens que parecem engolir nosso rico dinheirinho. Pegue um cartão Oyster (que é GRÁTIS, com um pequeno depósito reembolsável de 5 libras) numa estação de metrô e pré-carregue uma determinada quantidade no cartão. Ao usar um cartão Oyster, sua viagem não é apenas com desconto, mas você também tem um valor máximo diário que pode gastar em um dia. Isso significa que, depois de 3 ou 4 viagens, o restante da jornada do dia será totalmente gratuito por toda a cidade de Londres.

3. Museus e galerias de arte são gratuitos!
Aproveite que em Londres grandes museus, como o Museu de História Natural, o Museu da Ciência e o Museu Britânico são gratuitos. Qualquer pessoa pode visitá-los, aproveite alguns deles – ou todos! Reserve em sua viagem um ou mais dias para conhecer esses espaços ricos em história e desfrute da magnífica herança cultural que a cidade tem a oferecer.

4. Tour em Londres por menos de £ 2!
Se você quiser economizar um tour pelo centro de Londres, o ônibus número 453 da Marylebone Station, que funciona 24 horas, é o ônibus certo para você. Entre e pegue o seu lugar no andar de cima! Você vai passar pelos pontos mais famosos e conhecidos como Regent Street, Piccadilly Circus, Leicester Square, Downing Street, Casas do Parlamento e Big Ben – onde você pode desembarcar e conhecer o Southbank de Londres a pé, costeando o rio Tamisa, aproveitando para conhecer a London Eye.

5. Você pode visitar o Palácio de Buckingham por dentro!
Muitas pessoas não sabem, mas você pode realmente visitar o Palácio de Buckingham por dentro, nos meses de verão. Os ingressos podem (e devem) ser comprados on-line antes de você viajar. Vale a pena uma visita. Lá você conhecerá detalhes da residência oficial da rainha em Londres e um palácio real em funcionamento até hoje.

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]]>O post Qual a diferença entre Inglaterra, Grã-Bretanha e Reino Unido? apareceu primeiro em Uma ponte para Londres.
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Neste post, vou tentar responder a algumas das perguntas mais comuns que os estudantes e as pessoas em geral têm a respeito da geografia e da política por trás dos países que compõem a Grã-Bretanha e o Reino Unido:
Qual é a diferença entre a Grã-Bretanha e o Reino Unido?
Que países compõem a Grã-Bretanha e o Reino Unido?
Onde está a Escócia? Onde é o País de Gales? Onde está a Inglaterra?
Pra começar você tem que ter em mente que a Inglaterra é um país europeu. A Grã-Bretanha é uma ilha que compreende a Inglaterra, a Escócia e o País de Gales, e o Reino Unido é um agrupamento político que une os países da Grã-Bretanha, a Irlanda do Norte e várias pequenas ilhas.
Grã-Bretanha não é um país. É uma ilha na costa ocidental da Europa, a Grã-Bretanha é a maior ilha entre as ilhas britânicas e a maior ilha da Europa, por isso recebeu o nome de “Grã”. É também a terceira ilha mais populosa da Terra, e a segunda mais rica do mundo.
Politicamente é composta por três países: Inglaterra, Escócia e o País de Gales.
A Escócia e o País de Gales não são países independentes, mas possuem alguma autonomia sobre o Reino Unido em relação à governança interna.
A Inglaterra (England) é o maior país da Grâ-Bretanha com uma área de superfície de 130.395 km² e a população é 53 milhões.
A capital da Inglaterra é Londres, que está no sudeste do país.
A língua oficial é o inglês.
A Escócia (Scotland) tem uma superfície de 78.387 km² e a população é pouco mais de 5 milhões.
A capital da Escócia é Edimburgo e a maior cidade é Glasgow.
A língua oficial é o inglês e há também duas línguas regionais reconhecidas: língua escocesa e gaélico escocês.
País de Gales (Wales) tem uma área de superfície de 20.779 km² e a população é pouco mais de 3 milhões.
A capital do País de Gales é Cardiff.
As línguas oficiais são galês e inglês.
Já o Reino Unido é um agrupamento político que compreende os países da Grã-Bretanha (Inglaterra, Escócia e País de Gales), mais a Irlanda do Norte e algumas pequenas ilhas. Sua capital é Londres e seu chefe de Estado atual é a Rainha Elizabeth II.
O Reino Unido é um dos membros fundadores das Nações Unidas e faz parte do Conselho de Segurança das Nações Unidas.
Esse Estado soberano foi criado em 1801, quando unificaram o Reino da Grã-Bretanha e o Reino da Irlanda, criando o Reino Unido da Grã-Bretanha e da Irlanda.
Na década de 1920, a Irlanda do Sul se tornou independente, e desde então seu nome passou a ser Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte.
A Irlanda do Norte tem uma área superficial de 14.130 km² e a população é de aproximadamente 1,8 milhões.
O capital da Ireland do Norte é Belfast.
A língua oficial é o inglês, mas há também duas línguas regionais: o Irish e o Ulster Scots.
Existem muitas semelhanças entre Inglaterra, Grã Bretanha e o Reino Unido. Entre elas podemos destacar:
As ilhas britânicas são o nome de um grupo de ilhas situadas no canto noroeste da Europa continental. É constituído pela Grã-Bretanha, Irlanda, Ilha de Man, Jersey, Ilhas do Canal (incluindo Guernsey, Sark e Alderney), e cerca de 6.000 outras ilhas menores.
Nem todas essas ilhas fazem parte do Reino Unido, como é o caso da República da Irlanda, da Ilha de Man, Jersey e Guernsey.
Espero que esse post tenha te ajudado a entender melhor a diferença entre Inglaterra, Grã-Bretanha e Reino Unido! Até mais
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